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Coluna das irmãs #3

E ai pessoal!
Espero que o Natal de vocês tenha sido ótimo, mas vamos ao que interessa...

A palavra escolhida dessa vez foi "EU".


Indicação da Talita

O livro que escolhi esse mês foi Marley e Eu de John Grogan.
O livro foi lançado em 2006 aqui no Brasil. Marley e Eu é uma história verídica que conta a vida de John e Jenny e de seu cachorro Marley. O casal decide adotar um companheiro, mas o que eles não esperavam era que Marley iria se tornar um verdadeiro monstrinho. A história é engraçada e, ao mesmo tempo, emocionante, chorei muuito lendo o livro e vendo o filme (2008).




Indicação da Petra

A minha indicação é o livro Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, do Paulo Coelho.
Como não podia deixar de ser, Paulo Coelho nos traz mais uma de suas histórias sobre evolução espiritual. Pilar é uma moça medrosa que parte para Madrid para reencontrar seu amor de infância, agora seminarista. A história é cheia de clichês, mas traz uma mensagem bem bonita de superação dos medos e redescoberta da fé. O livro é bem previsível, porém eu gostei muito. A mensagem que ele deixa faz com que o livro valha a pena!


Gostaram das nossas dicas? Se tiverem mais alguma, deixem aqui nos comentários! É sempre bom conhecer títulos novos. :) Até a próxima!

JOHN GROGAN em "Marley e Eu" #2

"Na solidão da escuridão, quase consegui sentir a finitude da vida e sua preciosidade. Não damos valor, mas ela é frágil, precária, incerta, capaz de terminar a qualquer momento, sem aviso. Lembrei-me do que deveria ser óbvio, mas nem sempre é: que cada dia, cada hora e cada minuto merecem ser apreciados."

JOHN GROGAN em "Marley e Eu" #1

"Nunca imaginei Marley como um modelo de perfeição, mas sentado ali, bebericando minha cerveja, dei-me conta de que talvez ele detivesse o segredo da boa vida. Nunca se deter, nunca olhar para trás, viver cada dia com impulso, vivacidade, curiosidade e disposição adolescente. Se pensarmos que somos jovens, então talvez o sejamos, não importa o que diga o passar dos anos. Não é uma filosofia de vida reprovável, embora eu não apoiasse destruir sofás e lavanderias."
 
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