Feliz Ano Novo + Metas para 2018


Como já falei no post anterior, minhas metas de 2017 foram totalmente #fail. Mas em 2018 eu quero muito recuperar meu ritmo de leitura, então vamos fingir que 2017 não existiu e estabelecer novas metas:

- Ler em alemão
- Ler para o Desafio Jane Austen
- Terminar os livros começados há muito tempo
 - Terminar de ler (especialmente) Os Miseráveis
- Dar prioridade para os livros da minha estante


Também me interessei pelo Desafio de Leitura 2018 proposto pela Livraria Cultura, então vou tentar segui-lo e vamos ver o que acontece. São 12 desafios para ler durante o ano, sem pressão. Alguns eu até já tenho em mente, mas prefiro não citar, pra não me decepcionar depois, caso eu não leia. haha

Acho que é isso. Que 2018 seja um ano de leituras incríveis! :D

Balanço Literário 2017

Hey pessoal!

Depois de 852 anos sem aparecer por aqui, eis que voltei para o Balanço Literário de 2017. Pois é... esse ano foi difícil, foi complicado? Foi! Mas apesar de tudo, consegui ler uns poucos livros. A meta que eu tinha proposto foi totalmente #fail, mas é a vida. O negócio é pensar só no que foi bom e 9 livros é bom!

É isso mesmo, 9 solitários livros. A meta de leitura finalizou com 35 livros e vááários começados.








No final das contas, 2017 terminou com 2.349 páginas lidas. (Tenho fé que 2018 vai ser melhor!) Não tenho muito o que falar mais sobre esse ano, infelizmente. Foi bem atípico mesmo.

Só me resta pensar em metas melhores para 2018 e não desanimar! Vamos lá!

Reblogando #22

Hey pessoal, tudo certo? :)

O link que eu compartilho hoje é de um site chamado Nó de Oito e fala sobre a diferença entre retratar o machismo e endossá-lo, um problema muito comum nas obras de ficção de hoje. A autora do texto usa o exemplo dos livros de Game of Thrones e contrapõe com o seriado. É bem interessante e vale a pena dar uma olhadinha!


Clique na imagem

Top 5 // Evidências de que No Limite da Razão foi mesmo baseado em Persuasão

Há alguns meses eu fiz um post bem parecido com esse falando 5 evidências que comprovam que O Diário de Bridget Jones foi baseado em Orgulho e Preconceito. Gostei muito do resultado e resolvi fazer a mesma coisa com a continuação da história, Bridget Jones: No limite da razão.

Caso você ainda não saiba, o livro de Helen Fielding foi baseado no romance Persuasão de Jane Austen e aí estão 5 fatos que comprovam isso (na minha humilde opinião, haha).

1 - Traição
Bridget tem absoluta certeza que Mark a está traindo com Rebecca e Anne acredita com todas as suas forças que é traída por Frederick com Louisa. Mal sabem as pobrezinhas que estão completamente enganadas, não é mesmo?! O que torna essa semelhança ainda mais importante é que nas duas histórias, as protagonistas tem uma relação de amizade com as supostas traidoras.

2 - Londres
Como todos bom romance de Jane Austen, Persuasão se passa na Inglaterra do século XIX, tendo como um de seus cenários, a cidade de Londres. Da mesma forma, como toda boa história de Bridget Jones, No Limite da Razão, tem como plano de fundo a Londres contemporânea.

3 - História do casal
Desculpa o belíssimo spoiler, mas as duas histórias falam de um casal se convencendo a ficar junto novamente. Ambos tiveram um relacionamento (que terminou pelo motivo do próximo tópico), ainda se amam e precisam se entender novamente, porque é óbvio que ficarão juntos no final!

4 - Persuasão
Nas duas histórias, o romance do casal termina devido a persuasão de terceiros. No caso de Bridget, são suas amigas que enchem sua cabecinha de inseguranças e, com Anne, é sua amiga, Lady Russel, que a convence a não aceitar a proposta de casamento de Wentworth, por ele não ser rico o suficiente.

5 - Benwick
Essa última semelhança confesso que só percebi quando estava pesquisando para escrever sobre os livros, mas é sensacional! Em Persuasão há um personagem chamado Benwick, um capitão que acabou de perder sua mulher e se torna extremamente melancólico por isso. Em No Limite da Razão, Helen Fielding nos surpreende com outro Benwick. Dessa vez ele é um amigo de Mark, que acabou de ser deixado pela esposa. Não é legal?


E aí, pessoal? Vocês conseguem identificar mais alguma semelhança entre as duas histórias? Em breve escreverei sobre cada um dos livros e os seus filmes. Até mais!
 
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